De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o volume de serviços prestados apresentou queda de 2,2%, em julho, livre de efeitos sazonais, em relação a junho, configurando o pior resultado mensal desde 2011. Na comparação com o mesmo mês de 2017, também houve recuo, que alcançou a 0,3%, enquanto no acumulado em 12 meses a retração (-1,0%) continuou sendo menor do que a observada na leitura anterior (ver tabela abaixo).
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em julho, as vendas do varejo restrito (que não considera veículos e material de construção) caíram 1,0% em relação ao mesmo mês de 2017 (ver tabela abaixo), interrompendo uma série de 15 altas consecutivas. No caso do varejo ampliado (que inclui todos os setores) houve crescimento de 3,0%, na mesma base de comparação, porém inferior ao registrado na leitura anterior. Também houve perda de intensidade nos resultados acumulados em 12 meses, que refletem a tendência “pura” do varejo (3,2% e 6,5%, respectivamente).
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em agosto, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medida da inflação “oficial”, surpreendeu, mostrando redução (deflação) de 0,09%. Com isso, o acumulado em 12 meses, que se aproxima ao resultado anual, desacelerou entre julho e agosto de 4,48% para 4,19%, se afastando da meta anual de inflação (4,5%).
Segundo o IBGE, em julho, a indústria apresentou crescimento de 4,0%, em relação ao mesmo mês do ano passado, superando a expectativa de mercado (2,0%). Porém, no acumulado em 12 meses a expansão da produção (3,2%) continua abaixo do resultado registrado antes da greve dos caminhoneiros.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 1,0% no segundo trimestre, em relação ao mesmo período do ano passado, confirmando o cenário de lenta recuperação da atividade sinalizado pelo resultado do primeiro trimestre.
De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor serviços apresentou crescimento de 6,6% em seu volume transacionado, em junho, livre de efeitos sazonais, em relação a maio, quando houve queda de 5,0%, provocada pela paralisação dos caminhoneiros. Foi a maior alta já registrada desde 2011, ano em que o IBGE deu início à Pesquisa Mensal de Serviços (PMS).